um telefonema que se fez jantar num fim de tarde. no restaurante do Senhor Reitor - vulgas cantinas - a bela da espetada, que por acaso nao era de lulas, mastigou-se na piada fácil de uma próspera pobreza que está por vir. um kilo de carne nos dentes depois, a gravidade sentou-nos os corpos gelados na calçada portuguesa da praça, evitando um ou outro vidro não fossemos amanhacer novamente aos HUC... regressámos ao ponto de partida na zona limítrofe. meios cá, meios lá, sorvemos da mesa os copos que chegavam com pressa. demorámos... porque é a única forma possível de saborearmos o que somos.