o verbo Ser. ser plural e ser singular e Ser.
gosto do verbo Ser: do que transporta, do que partilha; do que amplia; do que caracteriza; do que diminui. do eu, do tu, do ele, do nós. do vós. do eles. de se Existir e de se Significar. de adjectivar verbalizando: eu sou, tu és, ele é, nós somos. vós sois. eles são.
e nós somos sempre uma coisa qualquer.
também tu.
também eu.
também ele.
também eles. vós.
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entra o gerúndio: Ser Sendo, numa adjectivação contínua que só se encontra no verbo, porque tem tempos de conjugação.
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quanto à morfologia, o verbo será sempre a classe mais interessante de se Ser. porque não tem grau, não se resume em si mesmo, não determina posse. É. é um tempo qualquer, afirmativo ou negativo, é sempre parte do que somos. do que fomos... do que seremos! mas porque nem sempre estamos em modo indicativo, aliás, são poucas as vezes que somos apenas a conjugação definida do presente, do futuro ou dos pretéritos, somos também o modo conjuntivo: os "se's", o raio dos "se's"; as aspirações do quando e do que.
quando zangados somos o modo imperativo. ou deveriamos ser...
somos também o partícipio passado em que o sido só faz sentido numa conjugação composta, representando um tempo composto, com o verbo ter e haver como auxiliares.
às vezes somos assim, menos simples.
outras, o desejo do infinitivo: Ser.
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as frases não são só verbos ainda que também possam ser. mas eu gosto de verbos, do verbo Ser. Ser. e sou sendo... sempre um reflexo de cada tempo.