20080902

A GÉNESE

pouco interessa mas é a verdade. é-se GuardanapoBranco quando se procura na banalidade da intimidade do quarto algo que identifique. pendurado no quadro, amarelecido das nódoas de vinho estava o guardanapo do Baile de Gala. mais banal do que a banalidade, nódoas síntese da minha vida penduradas com um certo orgulho, gargalhada idem. afinal foi guardanapo de uma refeição importante. pedi o rapto por bolso alheio e paguei o devido resgate. só para te pendurar no quadro do quarto. só para que num dia qualquer, à procura da banalidade, olhasse para ti. te sorrisse... te dissesse, vais ser um blog, és génerico!