mudaste-me em muitas coisas. feriste o meu código. rasgaste-o e não o coseste. e eu fui pegando na linha que tinha à mão, a mais fina de todas e cosi-me nas horas vagas. há pontos que não dei... e por isso há espaço, a mais(?) à volta de algumas cicatrizes. e no escasso instante em que olho já não vejo a mesma imagem. também tu te transformaste. -formaste. não sei a tua forma, não há contorno a delinear. não importa. a tua importância só se conjuga no presente pelo pretérito perfeito.
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agradeço todo o céu aberto que me deste, todas a pilantrices, o silêncio e o frenesim. a troca. toda a troca. toda. e a indubitável certeza que agora te sei mais fácil de amar.