Responda a 4 das seguintes questões:
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1. Comente a obra Jeune homme triste dans un train referindo a importância do som tr comum a triste e train.
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2. Qual a importância das boîtes en valises na leitura da obra de Duchamp?
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3. Desenvolva os conceitos em jogo no ready-made Peigne, na relação entre o ready-made e a tradição pictórica.
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4. Que relações se podem estabelecer entre os Rotoreliefs e a expressão duchampiana: Será que é possível fazer obras de arte que não sejam obras de arte?
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5. Que jogos conceptuais, que perplexidades, estão patentes na obra Tu m'?
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6. Comente a frase: Il n'y a pas de solution, parce qu'il n'y a pas de problème, na relação com a obra de Duchamp.
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tenho mesmo de responder a 4? Quando li parecia-me melhor responder a duas de seis. Apetece-me responder como ele responderia... ensaio o recurso:
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1. Comente a obra Jeune homme triste dans un train referindo a importância do som tr comum a triste e train.
1. Comente a obra Jeune homme triste dans un train referindo a importância do som tr comum a triste e train.
Depois de ter desenhado um homem, Duchamp pensou que seria duchampiano referir que poderia ser o seu retrato biográfico, uma temática não explorada na sua obra, de forma a não se repetir, coisa que evitava a todo o custo. Nesse dia estava triste e pensou que outra palavra serviria de anáfora... o gajo até sabia qualquer coisa de gramática. Train servia as condições básicas. Não pensou mais, e Triste dans un train ficou Duchamp. e ainda acrescentou que o som "tr" é uma linha oblíqua descendente. só porque o homem pintado são vários planos oblíquos ao chão. ena, pois é!
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2. Qual a importância das boîtes en valises na leitura da obra de Duchamp?
As boîte en valise revelam a falta de criatividade de Duchamp. Para mostrar obra ao seu casal mecenas afirmou que as reproduções não são réplicas mas são outra coisa qualquer. desta forma e com pouco trabalho, fez uma síntese das suas obras feitas até então, a conviverem no mesmo espaço (as mala-caixa). Genial? o gajo de burro não tinha era nada... e depois vem com tretas da importância da leitura de conjunto de obras de tempos diferentes que permitem novas leituras... isso foi o esquema que ele arranjou depois das malas montadas, porque na verdade ele estava era com falta de ideias para novos conceitos. Lembrou-se... nós aceitámos.
2. Qual a importância das boîtes en valises na leitura da obra de Duchamp?
As boîte en valise revelam a falta de criatividade de Duchamp. Para mostrar obra ao seu casal mecenas afirmou que as reproduções não são réplicas mas são outra coisa qualquer. desta forma e com pouco trabalho, fez uma síntese das suas obras feitas até então, a conviverem no mesmo espaço (as mala-caixa). Genial? o gajo de burro não tinha era nada... e depois vem com tretas da importância da leitura de conjunto de obras de tempos diferentes que permitem novas leituras... isso foi o esquema que ele arranjou depois das malas montadas, porque na verdade ele estava era com falta de ideias para novos conceitos. Lembrou-se... nós aceitámos.
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3. Desenvolva os conceitos em jogo no ready-made Peigne, na relação entre o ready-made e a tradição pictórica.
Um pente é um artifício do corpo. Tanto como qualquer outro objecto, um dado adquirido. É original dizer que isso é arte? É sim senhor, mas só se o contextualizarmos num conceito de domesticação. Do pente, claro, que domestica os pêlos do animal da mesma forma que o píncel domestica as tintas e a tela (ah pois, é que Peigne faz alusão ao verbo Peindre. mais uma anáfora...). Os ready-made não são mais que objecto de preguiça. então não é muito mais fácil pintar uns bigodes numa reprodução da Monalisa e dizer que a que está exposta no Louvre é a Monalisa barbeada, sugerindo que a original era um homem barbudo? Ou tem mais valor uma pintura renascentista feita no século XX? A segunda, pois não é? É que a primeira é de bradar aos céus. O pictórico tem uma relação de paternalismo em relação ao ready-made, afinal é ele que o gera e se não é, também não vale a pena relacioná-los, porque se tiver uma qualquer alusão ao xadrez ja se justifica porque ele sempre jogou xadrez e a arte era o somatório de tudo o que o envolve e de todas as novas corrente, cuidadosamente selecionadas para não serem completamente integradas nesses movimentos.
3. Desenvolva os conceitos em jogo no ready-made Peigne, na relação entre o ready-made e a tradição pictórica.
Um pente é um artifício do corpo. Tanto como qualquer outro objecto, um dado adquirido. É original dizer que isso é arte? É sim senhor, mas só se o contextualizarmos num conceito de domesticação. Do pente, claro, que domestica os pêlos do animal da mesma forma que o píncel domestica as tintas e a tela (ah pois, é que Peigne faz alusão ao verbo Peindre. mais uma anáfora...). Os ready-made não são mais que objecto de preguiça. então não é muito mais fácil pintar uns bigodes numa reprodução da Monalisa e dizer que a que está exposta no Louvre é a Monalisa barbeada, sugerindo que a original era um homem barbudo? Ou tem mais valor uma pintura renascentista feita no século XX? A segunda, pois não é? É que a primeira é de bradar aos céus. O pictórico tem uma relação de paternalismo em relação ao ready-made, afinal é ele que o gera e se não é, também não vale a pena relacioná-los, porque se tiver uma qualquer alusão ao xadrez ja se justifica porque ele sempre jogou xadrez e a arte era o somatório de tudo o que o envolve e de todas as novas corrente, cuidadosamente selecionadas para não serem completamente integradas nesses movimentos.
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6. Comente a frase: Il n'y a pas de solution, parce qu'il n'y a pas de problème, na relação com a obra de Duchamp.
A frase fala por sí, é clara e sem anáforas. vendo melhor... a obra de Duchamp resume-se a esta frase? Bem, resumir, resumir não. ainda há a questão do indivíduo, do inframince, do múltiplo, da ironia de afirmação, da não-repetição, da materialidade, do conceito, da iconoplastia, da inteligência artística, do nominalismo pictural ou do picturalismo nominal, do artista como mediador e do espectador que faz a obra. tendo em conta estes conceitos inventados pelo percusor da arte conceptual, a sua obra, ainda assim consegue, resumir-se a uma ausência de soluções. isto porque ele não tem nenhum problema para resolver, porque se tivesse não teria criado todas estas novas premissas para a arte, a fim de amplia-la, dizendo que não são soluções. ele quer é jogar xadrez e ser artista nas horas vagas.